terça-feira, 27 de março de 2012

UM HOMEM (QUASE) FELIZ


II Reis 5.1-19

“Ora, Naamã, chefe do exército do rei da Síria, era um grande homem diante do seu senhor, e de muito respeito, porque por ele o Senhor dera livramento aos sírios; era homem valente, porém leproso”. 

Naamã era um homem bem sucedido (era o chefe do exército do rei da Síria). 
Naamã era um homem que tinha seu talento reconhecido pelo próprio rei. 
Naamã era amado por seus soldados. 
Naamã gozava de muito conceito e respeito por todos do seu país. 
Naamã era um homem que tinha seu talento reconhecido pelo próprio rei. 
Naamã era amado por seus soldados. 
Naamã gozava de muito conceito e respeito por todos do seu país. 
Naamã era um homem que tinha seu talento reconhecido pelo próprio rei. 
Naamã era amado por seus soldados. 
Naamã gozava de muito conceito e respeito por todos do seu país. 
Naamã era um homem que tinha seu talento reconhecido pelo próprio rei. 
Naamã era amado por seus soldados. 
Naamã gozava de muito conceito e respeito por todos do seu país. 
Naamã era um homem que tinha seu talento reconhecido pelo próprio rei. 
Naamã era amado por seus soldados. 
Naamã gozava de muito conceito e respeito por todos do seu país. 
Naamã era um homem abençoado por Deus (por meio dele, Deus dera livramento aos sírios). 
Naamã tinha uma esposa que o amava e se preocupava com ele. 
Naamã era valente. 
Naamã era feliz? Não! Naamã era um homem quase feliz. 
Naamã era valente. 
Naamã era feliz? Não! Naamã era um homem quase feliz. 
Naamã era valente. 
Naamã era feliz? Não! Naamã era um homem quase feliz. 

Ele até que poderia ser muito feliz, mas havia um “porém”: Naamã era leproso. 

(Lembre-se que naquela época a lepra não tinha cura; privava o doente do convívio social e levava-o a uma morte diária, lenta, sofrida e solitária). É exatamente assim que muitas pessoas se sentem. Apesar de terem alcançado o sucesso profissional e familiar, apesar de gozarem do respeito de todos que o rodeiam, apesar de se sentirem pessoas abençoadas por Deus, apesar de serem valentes e lutadores, não são inteiramente felizes. Há sempre um “porém” que consume suas energias, privando-os da felicidade plena, levando-os a experimentar uma mortificação diária, lenta, sofrida e solitária. 

No entanto, Naamã encontrou a cura do seu mal e a felicidade plena. 
No entanto, Naamã encontrou a cura do seu mal e a felicidade plena. 
No entanto, Naamã encontrou a cura do seu mal e a felicidade plena. 

UM HOMEM QUASE FELIZ 

ENCONTRA A FELICIDADE! 

E nós, também podemos encontrar a nossa, se mantivermos as mesmas posturas que ele manteve: 

1) NAAMÃ DEU OUVIDOS AO TESTEMUNHO DE UMA PESSOA SIMPLES. “Os sírios, numa das suas investidas, haviam levado presa, da terra de Israel, uma menina que ficou ao serviço da mulher de Naamã. Disse ela a sua senhora: Oxalá que o meu senhor estivesse diante do profeta que está em Samária! Pois este o curaria da sua lepra. Então Naamã foi notificar a seu senhor, dizendo: Assim e assim falou a menina que é da terra de Israel. Respondeu o rei da Síria: Vai, anda, e enviarei uma carta ao rei de Israel”. 

Naamã deu ouvidos às palavras de uma menina-escrava. Tanto acreditou que levou o assunto ao seu rei, que o autorizou a viajar para Israel e, ainda, se dispôs a escrever uma carta de recomendação ao rei de Israel. 

Esta menina era muito simples; provavelmente, analfabeta. Mas, Naamã acreditou em suas palavras, pois ela falava de algo que conhecia pessoalmente lá da sua terra e não de alguma teoria que aprendera em bancos escolares. 

E nós, quantas vezes temos desprezado o testemunho vivo de alguém tão-somente porque se trata de uma pessoa simples? Será que poderíamos contar quantas vezes o patrão ou a patroa desprezou o testemunho de seus empregados cristãos? Será que teríamos condições de contabilizar quantas vezes o rico não deu ouvidos aos crentes pobres? Ou, quantas vezes o “doutor” desqualificou a palavra de fé das pessoas simples? 

Sabe o que a Bíblia diz acerca deste assunto? “Deus escolheu as coisas loucas do mundo para confundir os sábios; e Deus escolheu as coisas fracas do mundo para confundir as fortes; e Deus escolheu as coisas ignóbeis do mundo, e as desprezadas, e as que não são, para reduzir a nada as que são; para que nenhum mortal se glorie na presença de Deus” (I Coríntios 1.27-29). 

2) NAAMÃ FOI BUSCAR AJUDA. “Foi, pois...”. 

Quando estamos enfrentando um problema sério na vida, especialmente doenças graves, incuráveis, ficamos como que anestesiados, tão grande é a desgraça que se abateu sobre nós e nossa família. 

“Não tem jeito! Não tem cura! Não tem saída!” Parece que o diagnóstico dos especialistas fica ecoando em nossa mente e nos deixa de mãos e alma amarradas. Por mais certos que eles estejam, porém, sua perspectiva é puramente humana. 

A Bíblia nos diz, por outro lado, que para Deus não existe a palavra IMPOSSÍVEL. 

Naamã não se deixou abater com o diagnóstico dos médicos. 

Ele acreditou e tomou uma decisão, uma atitude de fé: Foi, pois... buscar ajuda em Deus. 

Muitas vezes até acreditamos no testemunho de fé das pessoas mais simples, mas ficamos paralisados diante da desgraça e não tomamos a decisão de nos levantarmos para buscar a face de Deus. 

Sabe o que a Bíblia diz acerca deste assunto? 

“Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto” – Isaías 55.6. 

“Cheguemo-nos, pois, confiadamente ao trono da graça, para que recebamos misericórdia e achemos graça, a fim de sermos socorridos no momento oportuno” – Hebreus 4.16. 

“Cheguemo-nos, pois, confiadamente ao trono da graça, para que recebamos misericórdia e achemos graça, a fim de sermos socorridos no momento oportuno” – Hebreus 4.16. 

“Cheguemo-nos, pois, confiadamente ao trono da graça, para que recebamos misericórdia e achemos graça, a fim de sermos socorridos no momento oportuno” – Hebreus 4.16. 

3) NAAMÃ SE HUMILHOU PERANTE DEUS.“... e levou consigo dez talentos de prata, e seis 

mil siclos de ouro e dez mudas de roupa. Também levou... a carta... Veio, pois, Naamã com os seus cavalos, e com o seu carro, e parou à porta da casa de Eliseu. Então este lhe mandou um mensageiro, a dizer-lhe: Vai, lava-te sete vezes no Jordão, e a tua carne tornará a ti, e ficarás purificado. Naamã, porém, indignado, retirou-se, dizendo: Eis que pensava eu: Certamente ele sairá a ter comigo, pôr-se-á em pé, invocará o nome do Senhor seu Deus, passará a sua mão sobre o lugar, e curará o leproso. Não são, porventura, Abana e Farpar, rios de Damasco, melhores do que todas as águas de Israel? Não poderia eu lavar-me neles, e ficar purificado? Assim se voltou e se retirou com indignação. Os seus servos, porém, chegaram-se a ele e lhe falaram, dizendo: Meu pai, se o profeta te houvesse indicado alguma coisa difícil, porventura não a terias cumprido? Quanto mais, dizendo-te ele: Lava-te, e ficarás purificado. Desceu ele, pois, e mergulhou-se no Jordão sete vezes, conforme a palavra do homem de Deus; e a sua carne tornou-se como a carne dum menino, e ficou purificado”. 

Naamã trouxe seu ouro e sua prata: símbolos da sua riqueza pessoal. 
Naamã trouxe dez mudas de roupas finíssimas: símbolos do seu bom gosto. 
Naamã trouxe uma carta de recomendação do rei da Síria: símbolo do seu prestígio. 
Naamã trouxe dez mudas de roupas finíssimas: símbolos do seu bom gosto. 
Naamã trouxe uma carta de recomendação do rei da Síria: símbolo do seu prestígio. 
Naamã trouxe uma carta de recomendação do rei da Síria: símbolo do seu prestígio. 
Naamã trouxe dez mudas de roupas finíssimas: símbolos do seu bom gosto. 
Naamã trouxe uma carta de recomendação do rei da Síria: símbolo do seu prestígio. 
Naamã trouxe uma carta de recomendação do rei da Síria: símbolo do seu prestígio. 
Naamã trouxe uma carta de recomendação do rei da Síria: símbolo do seu prestígio. 
Naamã trouxe dez mudas de roupas finíssimas: símbolos do seu bom gosto. 
Naamã trouxe uma carta de recomendação do rei da Síria: símbolo do seu prestígio. 
Naamã trouxe uma carta de recomendação do rei da Síria: símbolo do seu prestígio. 
Naamã trouxe uma carta de recomendação do rei da Síria: símbolo do seu prestígio. 
Naamã trouxe uma carta de recomendação do rei da Síria: símbolo do seu prestígio. 
Naamã trouxe dez mudas de roupas finíssimas: símbolos do seu bom gosto. 
Naamã trouxe uma carta de recomendação do rei da Síria: símbolo do seu prestígio. 
Naamã trouxe uma carta de recomendação do rei da Síria: símbolo do seu prestígio. 
Naamã trouxe uma carta de recomendação do rei da Síria: símbolo do seu prestígio. 
Naamã trouxe uma carta de recomendação do rei da Síria: símbolo do seu prestígio. 
Naamã trouxe uma carta de recomendação do rei da Síria: símbolo do seu prestígio. 

Porém, Naamã trouxe também a altivez, o orgulho dentro do seu coração. 

O texto bíblico declara que Naamã esperava que o profeta de Deus viesse recebê-lo à porta – quem sabe – com um tapete vermelho, impressionado com sua riqueza, bom gosto e prestígio e faria um ritual elaborado diante dele, pelo qual estaria disposto a pagar muito bem (se resolvesse o seu problema, é claro). 

Mas, Deus é sábio e resolveu quebrar o orgulho de Naamã por meio do profeta, que, além de nem sair pra fora para ver “o importante general sírio”, enviou um moleque de recado para lhe ordenar que se banhasse sete vezes no barrento Rio Jordão. 

Naamã se revoltou. Revelou o orgulho que havia em seu coração e negou-se a cumprir a ordem do profeta. Não fossem seus soldados a convencê-lo a obedecer, Naamã teria voltado para a Síria exatamente do mesmo jeito que de lá viera. Mas seus soldados o amavam (até chamavam-no de “pai”) e insistiram com ele, e ele cedeu. 

Mesmo contrafeito, tomou o banho da humilhação sete vezes (o número sete é o número-símbolo daquilo que é perfeito ou completo – isto significa que Naamã foi completamente humilhado diante dos seus soldados). Quando Deus viu que Naamã se humilhou, restaurou a sua saúde! 

Quantas vezes nos aproximamos de Deus tentando impressioná-lo com nossa “riqueza pessoal”, com nossas palavras bem elaboradas e com nosso prestígio? Mas Deus não se impressiona com nada destas coisas que nós consideramos importantes, antes, decide humilhar-nos, para que entendamos que qualquer ação Dele em nossa vida é graça, e não mérito humano. 

Quantas pessoas já voltaram para casa sem a benção divina porque não quiseram se humilhar diante de Deus? Talvez tenha se negado a ir à frente para receber a oração ou para admitir publicamente a sua miséria e infelicidade; ou, então, revoltaram-se contra alguma orientação de um homem de Deus. 

Sabe o que a Bíblia diz acerca deste assunto? “Qualquer, pois, que a si mesmo se exaltar, será humilhado; e qualquer que a si mesmo se humilhar, será exaltado” – Mateus 23.12. “Deus resiste aos soberbos; porém, dá graça aos humildes” – Tiago 4.6. 

4) NAAMÃ CONVERTEU-SE NUM VERDADEIRO ADORADOR. “Então voltou ao homem de  

Deus, ele e toda a sua comitiva; chegando, pôs-se diante dele, e disse: Eis que agora sei que em toda a terra não há Deus senão em Israel; agora, pois, peço-te que do teu servo recebas um presente. Ele, porém, respondeu: Vive o Senhor, em cuja presença estou, que não o receberei. Naamã instou com ele para que o tomasse; mas ele recusou. Ao que disse Naamã: Seja assim; contudo dê-se a este teu servo terra que baste para carregar duas mulas; porque nunca mais oferecerá este teu servo holocausto nem sacrifício a outros deuses, senão ao Senhor”. 

Deus impôs a humilhação a Naamã com um propósito: revelar-se a ele. 

A cura divina restaurou não apenas o físico de Naamã, mas também sua alma. 

Seu corpo foi curado, sim, mas sua visão acerca das coisas espirituais foi totalmente aberta; agora ele sabe que só há um Deus verdadeiro em todo o mundo, o Deus de Israel. 

A quantos falsos deuses será que Naamã já havia implorado cura? Somente o Deus verdadeiro supriu sua maior necessidade! 

Todo o ouro, prata e presentes que ele trouxe quer agora dar ao profeta, não para comprá-lo ou impressioná-lo, mas como uma legítima expressão de gratidão por aquilo que Deus fez em sua vida através daquele homem. 

(O profeta de Deus não aceita, pois os verdadeiros homens de Deus não se prevalecem destes momentos para arrancar dinheiro ou presentes das pessoas). 

Naamã pede, então, para carregar duas mulas com terra. Sim, terra! Quatro sacos de terra. Porque? Para colocar num cantinho de sua casa e ali, sobre aquela pequena porção da terra de Israel, adorar ao Deus verdadeiro. É meio esquisito, é claro, mas foi sua forma simples de expressar que a partir daquele momento ele seria um verdadeiro adorador do Deus de Israel e que nunca mais iria adorar ou oferecer sacrifícios a outros deuses. 

Quando Deus abençoa alguém, Sua benção sempre quer ir além daquilo que a pessoa pediu. Junto com a graça solicitada, Deus quer salvar a alma daquela pessoa, por meio da fé em seu único filho, Jesus Cristo. 

Infelizmente, muitos que um dia foram curados e abençoados por Deus irão para o inferno, pois rejeitaram um compromisso mais sério com Ele. Querem tão-somente se livrar do sofrimento e voltar o quanto antes ao seu velho estilo de vida. 

Querem a benção, mas rejeitam o Abençoador. 

Foi assim com os 10 leprosos que Jesus curou de uma só vez: somente um voltou para agradecer. 

Sabe o que a Bíblia diz acerca deste assunto? 

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” – João 3.16. “... eis que em sonho lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber a Maria, tua mulher, pois o que nela se gerou é do Espírito Santo; ela dará à luz um filho, a quem chamarás JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados” – Mateus 1.20-21. “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adoração o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem” – João 4.23. 

5) NAAMÃ REAVALIOU SEUS CONCEITOS. 

“Nisto perdoe o Senhor ao teu servo: Quando meu amo entrar na casa de Rimom para ali adorar, e ele se apoiar na minha mão, e eu também me tenha de encurvar na casa de Rimom; quando assim me encurvar na casa de Rimom, nisto perdoe o Senhor ao teu servo. Eliseu lhe disse: Vai em paz”. 

Tão logo Naamã declarou que nunca mais iria adorar ou oferecer sacrifícios a outros deuses, senão ao Deus verdadeiro, se lembrou que o seu senhor, o rei da Síria, quando entrava no templo do deus Rimom (um deus sírio), gostava de se apoiar na sua mão e ele, Naamã, por respeito ao seu senhor e no cumprimento de seus deveres, também tinha que se encurvar diante da estátua daquele falso deus. 

Agora ele sabe que isto é errado e pede perdão a Deus. 

Foi seu primeiro conflito espiritual; sua primeira reavaliação de seus atos e estilo de vida. 

Esta é a marca mais legítima daqueles que de fato tiveram uma experiência real e transformadora com Deus: uma total e completa reavaliação de todas as suas atitudes, de toda a sua filosofia de vida e de todas as suas crenças e posturas. 

Tais pessoas querem agora viver de maneira tal que agrade ao Deus verdadeiro. 

E quanto a nós? Nossas “experiências” com Deus ou com seu poder têm nos levado a uma tão grande reflexão? Ou, levianamente, continuamos a viver nossas vidinhas do mesmo jeito que antes? 

Sabe o que a Bíblia diz acerca deste assunto? 

“Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” – II Coríntios 17.17. “Exterminai, pois, as vossas inclinações carnais; a prostituição, a impureza, a paixão, a vil concupiscências, e a avareza, que é idolatria; pelas quais coisas vêm a ira de Deus sobre os filhos da desobediência; nas quais também em outro tempo andastes, quando vivíes nelas; mas agora despojai-vos também de tudo isto: da ira, da cólera, da malícia, da maledicência, das palavras torpes da vossa boca; não mintais uns aos outros, pois já vos despistes do homem velho com seus feitos e vos vestistes do novo, que se renova para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou” – Colossenses 3.5-10. 

Conclusão 

Naamã voltou para casa curado, mas também transformado. 
Com foi que isto aconteceu? Como um homem quase feliz encontrou a felicidade? 

a) Ele deu ouvidos ao testemunho de uma pessoa simples; 
b) Ele foi buscar ajuda em Deus; 
c) Ele se humilhou diante de Deus; 
d) Ele se converteu num verdadeiro adorador; 
e) Ele reavaliou os seus conceitos. 

Façamos o mesmo!