terça-feira, 26 de junho de 2012

DIANTE DO CRUCIFICADO



«Diante do Crucificado, torna-se manifesto o egoísmo profundo, inclusive, daquilo que nos habituámos a designar como amor; interpelados com seriedade suprema, dizemos não onde Cristo disse sim por amor; e, despreocupadamente, dizemos sem amor que sim, que Ele carrega com os nosso pecados: só nos pode convir que Ele o faça. »