terça-feira, 18 de setembro de 2012

Entrevista com Jeová Nissi


Nesse sábado (03), tivemos conosco no Culto da Mocidade a Cia de Teatro Jeová Nissi, de Campinas/SP. É um ministério que faz o uso de dança, teatro e música como métodos para pregar a Palavra. Eles apresentaram a peça “As 3 ferramentas” no culto e foi uma benção! Várias pessoas aceitaram Jesus no final!
A acessora de comunicação do grupo, Haraceli, nos concedeu uma entrevista, contando sobre a história, funcionamento e dia-a-dia desse ministério abençoado. Confira!

1) Pra começar, gostaríamos de conhecer um pouco mais da história do ministério. Quais são os objetivos e a visão?
O objetivo do Jeová Nissi, segundo o Caíque (líder do ministério), é ganhar almas pra Jesus, não importa aonde nós formos.

2) E como tudo começou?
A história do Jeová Nissi é a partir da história do Caíque, que era homossexual e, através da oração da avó dele (que o criou desde criança), se converteu. E mesmo na igreja, ele continuou trabalhando no mundo secular como ator e, em um domingo, Deus falou com ele que ele iria trabalhar com peças teatrais, e, nesse mesmo dia, ele começou a escrever uma peça. E no final do culto, uma irmã ainda orou por ele e lhe revelou que ele iria trabalhar com arte. A partir de então, ele começou a fazer uma seleção de pessoas para trabalhar com teatro e então surgiu a 1ª equipe. Em abril de 2010, faremos 10 anos.

3) E como é a organização de vocês?
São mais de 50 jovens, que abandonaram suas casas, suas famílias, suas zonas de conforto para ganhar almas para Jesus. Somos divididos em 4 equipes. A que está aqui em Juiz de Fora é a 4ª equipe, que é responsável por ministrar sempre essa peça “As 3 ferramentas”. Ela é a equipe mais recente e trabalha com dança, teatro e música.

4) De onde vocês são? E vocês são afiliados a alguma igreja?
O ministério é de Campinas/SP e hoje ele é da Igreja Batista Ágape, mas nós somos de várias igrejas. São várias denominações. O nome do ministério é “Jeová Nissi” porque o Senhor é nossa bandeira. A gente vai em qualquer igreja, praça... nós já ministramos até no “Playcenter” (Parque de diversões de São Paulo). Mas todos nós estamos debaixo da submissão de nossos pastores e lideranças espirituais.

5) E as pessoas são de onde?
As pessoas vêm de todas as partes do Brasil. Eu sou de Macapá, tem gente de Manaus, Rondônia, Goiânia, Rio Grande do Sul, e até de outros países como o Chile.

6) Vocês tem algum tipo de renda fixa? Qual é o recurso de vocês?
A gente vive da venda de nossos DVDs e de outros produtos como camisas. E tem a questão de doações e ofertas. O Caíque usa muito a frase: “A gente age e o Espírito Santo reage”. Então, a gente vai agindo pela fé e Ele vai providenciando.

7) E qual é a rotina de vocês? Aonde vocês vivem?
A gente não para. As equipes mal se conhecem. A gente se vê basicamente só no Encontrarte. Nós amamos uns ao outro, mas nem dá pra ter tanta proximidade... mais pela internet mesmo. A intenção é que enquanto uma está no norte, a outra equipe esteja no sul mesmo. Nós temos em Campinas o nosso escritório, com a nossa secretária, que cuida da nossa agenda. Lá tem dois quartos, então, quando tem ministração ali perto de Campinas, a gente fica lá. Mas agora a nossa sede mesmo é em Ibiúna, desde o Encontrarte.

8) E vocês tem a intenção de expandir esse ministério para outras cidades, regiões ou países?
Foi uma equipe só durante muito tempo. Aí depois teve a necessidade de se criar uma segunda equipe e assim foi. A estratégia era de que, enquanto uma tivesse no norte, a outra estaria no sul, e todo mundo ganhando vidas pra Jesus. Então, Deus tem falado muito com o Caíque a respeito da Rússia... tem a Angola. Então há a possibilidade de alguém da equipe criar um grupo em outros países.

9) A Palavra do Senhor é Sagrada e imutável, mas os métodos não. Os métodos variam e vocês fazem o uso de estratégias bem alternativas. Qual vocês consideram ser a importância da arte para a proclamação da Palavra?
É muito gostoso! Um dia desses, a gente ministrou pra surdos e a gente ficou super feliz de vê-los entendendo a peça. Através da arte, eles entenderam a Palavra de Deus. Todo mundo pode... o surdo, a criança, o jovem, o idoso. A gente tem saudade de casa, tem dificuldades, mas o que nos motiva é ver as pessoas aceitando Jesus. E a arte ajuda, só ajuda! Temos que usar todas essas estratégias para o crescimento do Reino, porque o inimigo tem investido.

10) E além das peças e viagens, existe mais algum trabalho realizado pelo Jeová Nissi?
A gente tem o Encontrarte, que é uma semana curso intensivo voltada pras pessoas que trabalham com arte dentro da igreja. É pra capacitar mesmo as pessoas pra trabalhar com excelência nessa área e ganhar vidas pra Jesus. Acontece no meio do ano.
E tem também o projeto “Tenho fome”, que tem como objetivo construir um orfanato para mil crianças vítimas da guerra em Angola (África). Começamos a construir uma escola, aonde já estão estudando 100 crianças. É um projeto que fica em uma das províncias mais atacadas pela guerra civil da Angola, que durou mais de 35 anos. E o projeto é resgatar essas crianças, refiná-las e prepará-las como obreiros do Senhor mesmo pra resgatar aquela nação.

Confira o recado do William, líder da 4ª equipe do Jeová Nissi para a Mocidade de J.E.S.U.S.:

Saiba mais sobre a Cia de Teatro Jeová Nissi em: www.ministeriojeovanissi.com.br